Dentro do centro de treinamento profissional da prisão, um usuário se aproxima de um terminal de autoatendimento robusto, feito de metal e fixado na parede. A tela é protegida por um vidro espesso à prova de explosão. Não há teclado físico embaixo, apenas um botão vermelho de "Ajuda" em destaque para chamar a equipe e um fone de ouvido resistente conectado por um cabo blindado — o principal mecanismo de controle para interagir com o terminal.
Projetados para uso intenso e ambientes extremos, os dispositivos possuem a maioria das funções de entrada do usuário no próprio terminal. Sua principal função é fornecer uma solução de interação humano-computador confiável, intuitiva e segura. São adequados para cenários como prisões, centros de detenção, quiosques de informação pública, estações de controle industrial e terminais de autoatendimento externos.
Em aplicações práticas, os usuários utilizam o controlador para realizar diversas operações de voz, como consultar informações pessoais, enviar solicitações, gerenciar contas e acessar conteúdo específico. A curva de aprendizado é mínima, tornando-o adequado para usuários de todas as formações e níveis de escolaridade.
Segurança e durabilidade são características essenciais do aparelho. Sua alça em ABS e estrutura totalmente selada (IP65 e superior) protegem contra impactos, entrada de líquidos e vandalismo. Ele também permite lavagem direta e desinfecção rápida, tornando-o adequado para locais com rigorosos padrões de higiene, como prisões, hospitais e fábricas de processamento de alimentos. O cabo de dados embutido no cabo de aço impede roubos e elimina o risco de desmontagem e uso indevido como arma.
Assim, o aparelho antivandalismo não só amplia a funcionalidade do terminal, como também estabelece um mecanismo de autoatendimento estável, contínuo e seguro em ambientes hostis, tornando-se o elo operacional mais crítico entre o usuário e o sistema.
Data da publicação: 11 de setembro de 2025